sábado, 11 de junho de 2011

Quando uma refeição é indigesta

Não, não é azia ou má digestão. É que diante dos inúmeros registros de assaltos e arrastões em restaurantes, bares e pizzarias de São Paulo nos últimos meses fica difícil não registrar a indignação sobre estes casos.
Recentemente uma amiga, que está grávida, junto de seu marido e familiares passaram por uma desagradável experiência, ou melhor, uma indigesta noite em uma 'hypada' pizzaria no Itaim. Além de ter seus pertences roubados ela, mesmo grávida, não foi poupada do arrastão e do susto diante da abusiva agressividade dos meliantes.
Já noutra noite na região central de SP, outra amiga acompanhada do namorado tiveram um pouco mais de sorte. Eles saíram minutos antes da balada que estavam sofrer um arrastão em plena noite de domingo. Semanas atrás eu mesmo quase fui vítima de um assalto em um café na região da rua Frei Caneca, embora eu tenha incrementado as estatísticas dos trombadões noutra ocasião dias depois.
Outro caso entristecedor foi o de uma psicóloga que almoçava em um restaurante na rua Melo Alves, Jardins, que além de assaltada levou um tiro no rosto. Ela ainda está internada e passou por uma cirurgia para reparar os danos causados pela bala que atravessou as bochechas.
Hoje a sensação de insegurança é muito grande, o que atrapalha o simples prazer de sentar em uma mesa e se deliciar com uma boa refeição e uma taça de vinho.
A indignação não é só com a falta de policiamento na cidade, característico de todos os governos que administraram a cidade, mas com todo o comportamento medieval desses marginais. Me pergunto se as leis fossem mais severas este tipo de infortúnio seria reduzido?
Enfim, fica registrado o fato de que devemos levar em consideração a segurança na entrada dos estabelecimentos na hora de escolher um restaurante. É triste mas é a realidade do momento.
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